De Autocaravana, tenho vindo a viajar ''cá dentro'' e pela Europa... para lá do Círculo Polar Àrtico - até ao Cabo Norte, onde vivenciei o ''Sol da Meia-Noite''.
Viajei em Autocaravana pelo Norte de Àfrica... (mais de uma vez), muito para lá do Trópico de Cancer... até à Guiné-Bissau.
Fui também por estrada à Àsia - Turquia e Capadócia, sendo que no regresso fiz a Croácia e dei um saltinho a Mostar e Saraevo na Bósnia-Herzegovina.
Sem pretensiosismo literário ou outros, apenas pela PARTILHA, dessas e outras viagens vou dando conta neste espaço.

Países visitados em Autocaravana: - EUROPA: ESPANHA – ANDORRA -FRANÇA-ITÁLIA-MÓNACO- REINO UNIDO - IRLANDA -HUNGRIA-REP.CHECA-SUÉCIA-ESLOVÉNIA - ESLOVÁQUIA- POLÓNIA-AUSTRIA-SUIÇA-ALEMANHA-BÉLGICA-HOLANDA-DINAMARCA-NORUEGA-FINLÂNDIA-ESTÓNIA-LETÓNIA-LITUÂNIA-BULGARIA - BÓSNIA HERZGOVINA- ROMÉNIA -GRÉCIA – CROÁCIA – LIENCHSTEIN – LUXEMBURGO – S.MARINO - VATICANO ÀSIA : -TURQUIA-CAPADÓCIA ÀFRICA: GUINÉ-BISSAU – CASAMANÇA – GÂMBIA – SENEGAL – MAURITÂNIA – SAHARA - MARROCOS

Outras viagens:RÚSSIA (Moscovo e S. Petesburgo) -AMÉRICA do NORTE:CANADÁ (Quebec-Ontário-Montreal-Otawa-Niagara falls) - EUA(Boston-Nova Iorque-Cap Kenedy-Orlando - Miami)AMÉRICA CENTRAL:CUBA (Havana - S. Tiago de Cuba - Trinidad - Cienfuegos - Varadero)- ÀSIA :CHINA (Macau-Hong Kong) - VIETNAM(Hanói-Danang-Ho Chi Min) -

sábado, junho 15, 2013

À descoberta da IRLANDA - Dias 12 a 18 de viagem - de Oxford a Jedburg

Stratford
Dia 12 – 4ª feira
OXFORD – STRATFORD –upon-Avon
Logo após a saída, contornamos a cidade e entramos na AE M40 até próximo da pequena cidade de destino.
Como a ideia é fazermos o percurso até à Escócia (onde já estivemos), decidimos parar e pernoitar em pequenas cidades, onde a vida é mais pacata e julgamos ficar próximo do centro das cidades.

Chegados a esta pequena cidade de 22.000 habitantes, seguimos até um Restaurante referenciado nos ‘sites’ de autocaravanistas Ingleses, contudo, não nos agradou pois anunciam um preço de £ 5 a £ 7 e pediram-nos £ 15,00, com acesso a elet + duche. Mesmo de o espaço relvado era convidativo, notamos que se destina àqueles que querem saborear a gastronomia e pernoitar no local já que os transportes para a cidade eram mais reduzidos e distava uns 4 km do centro.
Após atravessar a cidade, reparamos num recente P & R com supermercado anexo e com ‘bus’ à porta. Os preços de estacionamento junto ao ‘super’, eram até £ 4,00 / 9 horas, mas mais adiante existia outro espaço para quem se desloca para a cidade onde se paga £ 1,00/9 horas.
O ‘bus’ de meia em meia hora levam-nos até ao centro da cidade que dista 2 km apenas por £ 1,75 (ida e volta) – os casais £ 3,00.
A visita à agradável cidade fez-se em poucas horas.







Situada na margem ocidental do rio Avon, dizem ser uma das mais famosas cidades de Inglaterra, remontando pelo menos à época Romana, mas a sua aparência actual é mais de uma pequena cidade mercantil ‘Tudor’, com imensas casas de madeira e caminhos tranquilos ao longo das margens arborizadas do Avon.

Num automóvel, em STRATFORD –upon-Avon 
Num automóvel, em STRATFORD –upon-Avon

Teatro





Imensos turistas que por cá passam,  para ver as casas relacionadas com William Shakespeare que nasceu nesta cidade em 1564 e faleceu em 1616. 


pequenos e grandes, os estudantes vestem fato e gravata

O novo P & R onde ficamos















Digamos que a cidade passou a ser um santuário literário para os maiores dramaturgos de Inglaterra.
Os preços de visita não nos agradaram por proibitivos (uns € 50,00)…
Percorridos: 2.240 Km (dia 97 km)
P & R – N 52º 10’ 45.8’’   W 001º 42’ 00.3’’
Dia 13 – 13.jun.13 – 5ª. feira
STRATFORD –upon-Avon – LEICESTER – NOTTINGHAM
Deixamos a pequena e simpática cidade entrando em AE até próximo de Leicester.

Havíamos anotado dois P&R para visitar a cidade.
Uma desilusão… ambos de boa dimensão servidos por autocarros, mas… com barreiras de altura que inviabilizaram o nosso acesso.
Já estávamos mais ou menos preparados para que estas situações pudessem acontecer. No Reino Unido, as AC são apenas bemvindas aos ‘campings’ ou a inúmeros “pub’s” ou ‘’Farms’’…
Nada melhor que prosseguir viagem para a cidade mais adiante – Nottingham – onde o P & R a 3 km do centro por incrível que pareça, estava com as barreiras abertas…
O P & R pertence à empresa do ‘’Metro de superfície’’ e existem mais meia dúzia de parques que são gratuitos. As barreiras terão sido abertas para facilitar o acesso às viaturas de manutenção da estação de ‘metro’ contígua… lá estariam umas 300 viaturas, mas a lotação é de 400 pelo que ainda restou espaço para nós.


























Após o almoço, entramos no ‘metro’ onde adquirimos bilhete de um dia (£ 3,50) pois o bilhete de uma viagem custava £ 2,00!
As primeiras passadas no centro da cidade obrigaram a que acedêssemos a um Starbucks (Café Americano) onde existe sempre Wifi e podemos ligar para PT através da Zon a custo zero.
Chuva caída, o sol vai voltando.
Cidade de uns 300.000 habitantes, o seu nome evoca muitas vezes o malvado xerife, inimigo de Robim dos Bosques. O xerife poderia ter sido fictício, mas o Nottingham Castle é bem real.
Na base do Castelo, haveríamos de visitar o Trip to Jerusalem para saborear um ‘pink’, na mais antiga taberna (pub) da Grâ-Bretanha (1189), ainda funciona. O seu nome refere-se às cruzadas dos séc. XII e XIII, mas o edifício data sobretudo do séc. XVII.
O final de dia ocorreu com um belo sol.
Percorridos: 2.369 km ( dia 129 km)
P & R Wilkinson Sreet – (grátis) – N 52.97231º  W 1.17697º
Dia 14 – 14.jun.13 – 6ª. feira
NOTTINGHAM – LINCOLN
Viagem curta intercalando vias rápidas com EN razoáveis.
O tempo manteve algumas nuvens no céu, contudo não choveu.
Chegados à cidade, o _P_ indicado no Gps situava-se na parte alta da cidade, próximo da Catedral. Dentro de gradeamento de complexo hoteleiro. Até nos agradou, o que nos demoveu a ficar foi o facto de termos de alimentar a máquina apenas a moedas… e… mesmo sendo um preço elevado, atendendo à localização, ainda exitamos (£ 7,00/dia + £ 2,50 até 8h. manhã), pensando bem, a opção foi mais acertada… voltar atrás e optar pelo Camping que seria a uns 6 km da cidade num Parque Natural.
Parque acolhedor, com duches e electricidade (£ 15,10/autocaravana).







































De autocarro rumamos à cidade que visitamos, inclusive a majestosa Catedral.
Após esta visita, a chuva regressou de novo por uma meia hora.
No Parque ainda esboçamos uma caminhada a pé, junto aos inúmeros lagos repletos de patos e cisnes. Pelo caminho imensas aves e esquilos.
A net… fraca, através da ‘BT’/Zon.
Parque Hartsholme Country Park – Reserva natural
Gps: N 53º 12’ 50.3’’   W 000º 35’ 00.7’’
Percorridos: 2.440 Km ( dia 71 Km)
Dia 15 – 15.jun.13 – sábado
LINCOLN – YORK
Deixamos o magnífico parque natural com a manhã de sol.
Ao longo de estradas e vias rápidas a paisagem de enormes planícies, entremeadas de frondosas árvores, repleta de  tons de verde e amarelo, com o céu azul mas encoberto de espaços de enormes flocos de nuvens quais gigantes de algodão branco.

mais uma central nuclear... num curto espaço, uma 3!
um interessante bairro de York

A uns quatro km de York, o trânsito fez-se no ‘pára arranca’ ou não fora sábado e os automóveis invadiam a cidade onde o estacionamento tem inúmeras alternativas ainda que pagas.
Previamente apontamos para um _P_ retirado de ‘site’  Italiano (AA), mas quando lá chegamos já cansados de tal engarrafamento o acesso estava barrado em altura… coisa complicada já que as barreiras se situavam no final de rua sem saída o que obrigou a manobra de inversão de marcha complicada, mas como já vai sendo nosso timbre, não 'stressamos' e a normalidade ocorreu de pronto.
De imediato alteramos ‘as agulhas’ para o central parque de campismo, mas no meio daquele trânsito caótico não conseguimos lá chegar mesmo se estávamos a uns escassos 400 metros…
Haveria de se encontrar uma rápida saída e foi assim que num ‘ápice’ digitamos no Gps outras alternativas optando por seguir para uma ‘Farm’ a uns 4 km da cidade.


lindos
a casa 'dos agricultores'

rodeados pela ''Farm''
perdizes? 
Aqui, haveríamos de confeccionar o almoço que no meu caso seria um muito fresco e agradável arroz de tamboril acompanhado de salada de alface e pepino… e… claro… um copito de ‘verde branco’!...
Logo após o repasto, decidimos ir para a cidade e como no local os autocarros não passavam a todo o instante, fomos caminhando a pé até à cidade onde já havia estado há meia dúzia de anos.



para nós, as passadeiras não existem...


com prioridade
Limitamo-nos a caminhar pelas estreitas ruas e a apreciar no final da tarde a chegada de ‘magotes’ de raparigas e senhoras ‘todas engalanadas’ com ‘espampanantes’ adereços e também em grupos de jovens maduros, alguns  muito engravatados e de copo plástico de cerveja na mão…










descalça... vai para... o 'pub'?
O regresso à ‘Farm’ deu-se no final da tarde de novo com bom tempo.
as despedidas à vizinhança...

já o dia findava
Bleak House Farm – Gps N 53º 56’ 18.0’’   -  W 001º 03’ 27.1’’
Percorridos: 2.568 Km ( dia 128 km)
DURHAM
Dia 16 – 16.jun.13 – domingo
YORK – DURHAM
Já na véspera havíamos indagado onde pagar a estadia na ‘Farm’… que era ali ao lado… ainda lá fomos mais umas três vezes e nada ‘de gente’…
A meio da manhã, avançamos sem que alguém nos solicitasse o pagamento, e acabamos por partir.

As auto estradas com muito trânsito por ser fim de semana. De noite não choveu e o dia acordou um pouco mais cinza, mas sem cair peta de água.


Esta etape decidimos seria para uma pequena cidade evitando assim confusões desnecessárias. Saímos a uns 3 km de Durham para um Camping.
O preço que me pediram seria até aceitável ( £ 15,00, mas aos meus acompanhantes pediram pela AC e 2 pessoas umas £ 35,00 (uns € 40,00)… é que o facto de ter comigo o ‘Carnet Camping Internacional’ faz cair substancialmente o preço. A acrescentar ao facto de não existirem muitos transportes para a cidade, levou-nos a avançar.

A Catedral e o Castelo ao fundo



sobretudo nas pequenas cidades... ei-los que passam com a sua melodia conhecida e regalam a pequenada e tb os séniores!!!

Chegados ao centro citadino, vimos um parqueamento de um antigo restaurante que nos seduziu, ou não ficasse a uns escassos 1,5 Km.
Caminhamos até à bonita cidade pejada de gente e subimos em direcção da Catedral que sendo enorme o era também em termos de beleza. Construida entre 1093 e 1274, é uma espantosa estrutura normanda.



´´o padrão de asna’’ em alguns pilares  da nave são uma evidência da influência árabe.

Mais surpresos ficamos por verificar que a visita a todo o seu emaranhado de recantos era gratuita.
Paula Rêgo
Por detrás do altar-mor, fui atraído por uma obra de arte que vi ser de ‘gente conhecida’… pois e era mesmo, de Paula Rego!



dormitório dos monges - hoje biblioteca

a 'loja' de 'souvenirs''!!!

a cidade entre uma frondosa floresta




Quanto à arquitectura da Catedral, as grandes dimensões das colunas, pilares e abóbadas com 900 anos, e os imaginativos losangos e asnas gigantes, linhas cruzadas e padrões recortados gravados nas colunas de pedra, são as principais características inovadoras.
o Castelo







O Castelo próximo da Catedral encontrava-se ocupado com a realização de evento, pelo que não o pudemos visitar.
O agradável passeio pedestre naquela que é uma cidade ‘encravada’ entre o rio Wear, formando uma península, cidade construída em 995.
Percorridos: 2.568 Km ( dia 128 km)
Dia 17 – 17.jun.13 – 2ª feira
DURHAM – NEWCASTLE upon Tyne
De novo a caminho da Escócia, percorremos por auto-estrada uma vintena de km’s para antes de Newcastle procurar uma ‘Farm’ para avaliarmos se seria boa opção para visitar a cidade já conhecida de outra viagem há uma dezena de anos atrás e gostaríamos de revisitar tendo presente que seria a cidade nascente do Reino Unido onde termina o ‘Muralha de Adriano’ com os seus 117 km atravessa de lés a lés o Reino Unido e foi construída no ano 120 pelos Romanos .
à direita... o 'Angel of the North'!
 Avistado o ‘Angel of the Nord’ (acho estar bem escrito) – escultura que ladeia a AE e foi edificada há cerca de 15 anos, ainda hoje contestada pelos locais, desviamos por uma estrada campestre por um km até que se nos depara a entrada para uma quinta. Ponderado o preço cobrado (£ 10,00 elect grátis) e a distância para a cidade ( 10 Km), acabamos por aceitar esta solução,  por estarmos cientes que a viatura ficaria em segurança e seguramente teríamos uma noite de acalmia.
foto by: wikipédia
Avistado o ‘Angel of the North’ – escultura de 1998, que ladeia a AE e ainda hoje contestada pelos locais, desviamos por uma estrada campestre por um km até que se nos depara a entrada para uma quinta. 
ainda fazaia manhã e já o 'bus' nos levava à cidade a 10 km
Ponderado o preço cobrado (£ 10,00 elect grátis) e a distância para a cidade ( 10 Km), acabamos por aceitar esta solução,  por estarmos cientes que a viatura ficaria em segurança e seguramente teríamos uma noite de acalmia.
A parte aborrecida seria a de termos de percorrer 1,2 Km a pé em estrada estreita, sem bermas/passeios até à paragem do autocarro.
Entramos no primeiro que surgiu que nos deixaria num ‘centro de transportes’ (metro, bus, combóio) em Gateshead Interchange. Daí seguimos até ao centro da cidade, com o mesmo bilhete (viagens múltiplas £ 4,65 / € 5,50).
O ''Monumento''
no 'Mercado' as gostosuras...
O Marks Spencer... no Mercado
não resisti a 'sacar' esta foto... quando menino... adorava 'trincar' estes 'feijõesinhos coloridos'... que delícia...
A chegada à Rua contígua ao enorme memorial  Earl Grey’s Monument, visitando logo de seguida o ‘miolo’ do enorme edifício do Mercado.
O meu débil inglês uma vez mais foi posto à prova no Mercado. 
Queria saber onde era a casa de banho… perguntei a um homem do serviço de limpeza, que me disse umas quatro vezes que não entendia a minha questão… bolas… pronunciei em diversas formas a palavra Toilet!... e… nada… experimentei WC ( ‘’dãbliu ci’’), nada ainda… mas não desisti… 
Baixei a mão com o dedo polegar e o indicador em forma de lente... até à zona ‘das partes’… o homem, deu uma enorme gargalhada e acompanhou-me rindo perdidamente até próximo do WC…





o Edifício do enorme Mercado



Descemos até à ‘St John the Baptist’ que visitamos e onde conversamos com simpático idoso ligado à igreja e nos pediu para assinar o Livro de Visitas já que havia viajado a Portugal e raramente encontrava portugueses na sua igreja.
  ‘St John the Baptist’ 


Numa cidade de média dimensão, não é fácil fazer-se uma visita razoável mas, ainda descemos até à St Nicholas Cathedral que não sendo das maiores catedrais de Inglaterra, tem no seu interior vestígios da igreja normanda original, do séc XI, sobre a qual foi fundada a presente estrutura dos séc. XIV-XV. Destaque para a ‘torre da clarabóia’ – meia torre, meia flecha – que é uma de apenas quatro na Inglaterra. Entramos e apreciamos toda a sua grandiosidade e beleza.




O retábulo
De irrefutável beleza, o retábulo dos santos de Northumbria.
Ainda assistimos no seu interior a uma sessão de canto que nos maravilhou.
Um pouco mais abaixo, o ‘The Castle’ que não visitamos e hoje se resume à torre de menagem.


os vitrais da Catedral




O 'concerto' na Catedral.




A caminho do rio, lá estavam as pontes sendo que a Tyne Bridge, inaugurada em 1928, arco de aço com dois eixos e era o mais longo do seu género em Inglaterra, com um vão de 162 mts e se tornou um dos símbolos da cidade.
Enquanto os meus amigos descansavam num minúsculo areal onde a petizada brincava como se estivera na praia, atravessei a moderna ponte pedonal ‘Gateshead Millennium Bridge’ ponte esta que me fascinou pelas suas linhas contemporâneas e pela  tecnologia que a faz subir para a passagem dos barcos.
Do outro lado fiz a visita ao BALTIC Centre for Contemporary Art.


o que resta do castelo












BALTIC Centre for Contemporary Art


Limpa chaminés? Não! Limpa Vidros!

BALTIC Centre for Contemporary Art

BALTIC Centre for Contemporary Art
A Emilia e o Artur ficaram ''no bronze' enquanto eu visitei o BALTIC Centre for Contemporary Art
A subida de autocarro de volta  ao centro e a caminhada até ao Great  Nord Museam: Hancock  que  visitamos  pese  embora  ficar  muito a   desejar   ao congénere  de Londres.








Museu Hancock



já vi uma 'coisa destas' na Turquia... um automóvel com câmara que fotografa veículos mal estacionados e envia depois a 'coima ilustrada'...
Demos a visita como terminada seguindo para a Central de Autocarros onde facilmente encontramos painéis informativos que nos deram resposta à melhor forma de encontrar o ‘nosso autocarro’ da carreira 28 A.
Um corredor dum centro comercial funciona como cais de embarque dos autocarros... tudo muito automatizado e organizado.


Terá sido o dia mais quente desde que entramos no país e onde o sol ia surgindo de quando em vez.
Após a chegada uma agradável conversa com a 'dona' da 'Farm' que pausadamente me falava para a compreender. É claro que já havia visitado o Algarve. 

após um dia de trabalho... o descanso merecido... 
um fim de dia com muito sol
estrada sem passeios, e a entrada para o 'camping/farm''
a 'Farm'
Percorridos: 2.727 Km ( dia 23 km)

Farm: Gps N 54º 54’ 49.7’’   W 001º 37’ 25.5’’

Dia 18 - 18.jun.13 - 3ª feira
NEWCASTLE - OTTERBURN - JEDBURGH
Deixamos a simpática 'Farm' já a manhã ia alta.
O sol rompeu a aurora de céu limpo obrigando à redução de vestuário.
Avançamos pela A1 infletindo depois por EN.
Não paramos no _P_ onde está assinalado o 'Scottish Border' que marca a entrada na Escócia ao Km 2.814 ou seja 87 km após Newcastle.
E lá estava um cavalheiro devidamente vestido como manda a tradição a tocar gaita de foles.
já contei um milhar de 'carneiros' - já desisti de contar mais!
É um facto que até aqui todo o percurso decorreu em terrenos planos, com cotas que vão dos 40 aos 80 mts.
Após a entrada em terreno Escocês, já as elevações são um pouco mais acentuadas e hoje já circulamos em altitudes que vão dos 200 aos 320 mts.
Ao passar numa pequena localidade de nome Otterburn, fomos forçados a parar por breves minutos.
Junto a um Hotel/Castelo haviam chegado e já outros partiam... nada mais nada menos que mais de meia centena de ''Bugattis'' que faziam um circuito à Escócia.
Um autêntico espetáculo que divulgamos parcialmente, tal o avantajado nímero de viaturas. Uma delícia - não se vê um espetáculo destes todos os dias...




















Só pode ser matrícula Holandesa!


Paragem agradável esta.
Prosseguimos até à pequena cidade que havíamos escolhido para a pernoita de hoje de nome JEDBURGH.
HORAS DE ALMOÇO - com o quintal anexo pejado de verde
A visita à pequena cidade, incluindo o castelo e a ''Mary Queen of Scots'' fez-se em pouco tempo.





a Praça Central

mesmo sem porta a rua está fechada a viaturas!!!
O Castelo e Museu








'' Mary Queen of Scots''



os meus parceiros estão sempre por perto

dar de comer à passarada... nos quintais
Percorridos: 2.830 Km ( dia 103 Km)
Pernoita: _P_ contíguo ao 'Turismo'' (com  acesso a Wifi)
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