De Autocaravana, tenho vindo a viajar ''cá dentro'' e pela Europa... para lá do Círculo Polar Àrtico - até ao Cabo Norte, onde vivenciei o ''Sol da Meia-Noite''.
Viajei em Autocaravana pelo Norte de Àfrica... (mais de uma vez), muito para lá do Trópico de Cancer... até à Guiné-Bissau.
Fui também por estrada à Àsia - Turquia e Capadócia, sendo que no regresso fiz a Croácia e dei um saltinho a Mostar e Saraevo na Bósnia-Herzegovina.
Sem pretensiosismo literário ou outros, apenas pela PARTILHA, dessas e outras viagens vou dando conta neste espaço.

Países visitados em Autocaravana: - EUROPA: ESPANHA – ANDORRA -FRANÇA-ITÁLIA-MÓNACO- REINO UNIDO - IRLANDA -HUNGRIA-REP.CHECA-SUÉCIA-ESLOVÉNIA - ESLOVÁQUIA- POLÓNIA-AUSTRIA-SUIÇA-ALEMANHA-BÉLGICA-HOLANDA-DINAMARCA-NORUEGA-FINLÂNDIA-ESTÓNIA-LETÓNIA-LITUÂNIA-BULGARIA - BÓSNIA HERZGOVINA- ROMÉNIA -GRÉCIA – CROÁCIA – LIENCHSTEIN – LUXEMBURGO – S.MARINO - VATICANO ÀSIA : -TURQUIA-CAPADÓCIA ÀFRICA: GUINÉ-BISSAU – CASAMANÇA – GÂMBIA – SENEGAL – MAURITÂNIA – SAHARA - MARROCOS

Outras viagens:RÚSSIA (Moscovo e S. Petesburgo) -AMÉRICA do NORTE:CANADÁ (Quebec-Ontário-Montreal-Otawa-Niagara falls) - EUA(Boston-Nova Iorque-Cap Kenedy-Orlando - Miami)AMÉRICA CENTRAL:CUBA (Havana - S. Tiago de Cuba - Trinidad - Cienfuegos - Varadero)- ÀSIA :CHINA (Macau-Hong Kong) - VIETNAM(Hanói-Danang-Ho Chi Min) - África - -Angola - São Tomé e Príncipe (S. Tomé +Ilha Príncipe + Ilhéu das Rolas) - Ilhas - Madeira + Porto Santo + Açores (S.Miguel+Terceira+Pico)

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quinta-feira, novembro 29, 2018

27nov18 - Arejo à moda do Porto.


Um ritual que repito vezes várias. O comboio com saída de Braga, vai e volta 'à pinha' sendo que na ida pela manhã, levava muita gente jovem de várias nacionalidades quiçá vindos da Universidade do Minho ou da Nanotecnologia.



 
Após a chegada, aproveitei para caminhar em direção à Sé atravessando de seguida o tabuleiro superior da Ponte D. Luis. Gosto sempre de me deleitar com a vista do Porto do lado de Gaia mesmo se hoje, as carantonhas nebulosas sentidas neste agradável devaneio matinal tornaram o espectáculo menos apelativo.




Cruzei-me com grupos de turistas de origens várias, asiáticos, americanos, europeus... montes de gente que dão nova vida ao centro histórico da cidade invicta.
Depois, foi subir a Rua Sá da Bandeira até ao Mercado do Bolhão (em obras de restauro) e daí pela Rua da Alegria acima até ao Restaurante ''Estrêla do Lima''.
O motivo principal desta digressão: um almoço de 'velhos' Amigos de longa data, daquelas Amizades que duram vidas.

Café ''A Brasileira'' renovado



Foi neste restaurante que uma vintena de Amigos me permitiram um almoço agradável, sendo que no final do repasto, mantivemos a tradição de efectuar o sorteio de um livro da Editora Afrontamento entre os convivas.



Estação São Bento

Outros arejos similares se farão certamente.

sábado, março 16, 2013

O Porto aqui tão perto

Dia 13.MAR.13 - 4ª. FEIRA
P O R T O
Este início de ano, tem sido fértil em dias de chuva, vento, frio e neve, mas também de aumentos de impostos (brutais) sobre a população.
Cortes em tudo, desde a Educação à Saúde.
Tudo somado, a ansiedade e o temor pelo futuro, vão fazendo com que a 'africana' se vá mantendo na garagem.
Como seria previsível, pelo menos em termos de meteorologia, eis que se concretiza a melhoria e o Sol nos brindou nesta 4ª.feira - 13.
Havia de se aproveitar para uma agradável viagem no comboio urbano que nos levou uma vez mais até à cidade do Porto.
Haveremos de repetir esta ementa certamente, alterando apenas alguns dos locais a visitar.
bizarra - Rua Sta catarina
Desta vez, repetimos um pouco aquilo que já conhecemos de longa data, ou seja, subimos a íngreme ''31 de janeiro'' numa manhã onde se estava bem sob o sol já meio primaveril e bastante pior nas partes de sombra, onde um frio puxado a vento nos levava a fechar os agasalhos e a enrolar bem em torno do pescoço o quente e aconchegante cachecol.
Uma olhada curiosa para a 'Batalha' e o passeio de entra e sai nos estabelecimentos da Rua de Santa Catarina.
Mercado do Bolhão 
Chegada a hora de almoço,  ''os Aliados'' onde a granítica e 'descabelada' avenida foi atravessada, para uma visita à minúscula lojinha de materiais de iluminação onde se encontra de tudo, lâmpadas de géneros vários e os tão procurados ''leds'' que no caso das autocaravanas se tornam numa importante melhoria na poupança de energia.
Como se trata de casa onde também se encontram materiais para residências, aqui vai a sugestão: Casa Cofic (Rua do Almada, 262-A) a 30 mts da Avª Aliados. 
Curiosidade: adquiri as lâmpadas Led 10SMD a € 6,95 - 1,5W
A fita de leds a cerca de € 10,00 o metro (preparam no instante).
Paragem obrigatória para almoço, na Praça Filipa de Lencastre, onde ''as diárias'' ainda nos são servidas com razoável qualidade e a preço aceitável.
Haveríamos de prosseguir, descendo a ''Avenida''  em direção ao Mercado Ferreira Borges, e uma vez mais fazer o magnífico percurso que vai da ''Alfândega'' até à ''Ribeira''.
Contrastando com a tarde fria e ventosa, o Sol abria o apetite àquelas e aqueles que o gostam de fruir, ainda mais num ambiente imensamente belo e ímpar.
Esta zona do Centro Histórico, será a área mais antiga da cidade, classificada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1996 merecidamente.
Um conjunto urbano que se nos apresenta com uma imagem de rara beleza.
 Caminhar descontraidamente pelas típicas ruelas deste núcleo, é depararmos em cada passada com a incontestável hospitalidade das gentes da cidade, que aliado a esta panorâmica deslumbrante sobre o casario e o rio Douro nos fazem sentir num cenário incomensuravelmente   ímpar no Mundo.
A sempre agradável pausa junto ao cais da Ribeira, de onde saem os cruzeiros e onde se saboreia o rio e a vista, ponto de encontro privilegiado da história e das pessoas e palco de animação espontânea regular.
Funicular dos ''Guindais'' que liga ''a Batalha'' ao tabuleiro inferior da Ponte D. Luis
Haveríamos de calcorrear uma vez mais o tabuleiro inferior da velha ponte de Eiffel, batizada de D. Luis I.
do lado de cá do Restaurante... através dos vidros... a Ribeira
Já na margem esquerda, do lado das Caves de ''Vinho do Porto'', uma outra visão da ''Ribeira'' que no seu conjunto nos delicia o olhar.
Mesmo se prefiro ver as velas dos barcos ''rabelos'' na primavera ou verão,  enfunadas ao vento mostrando a sua soberba, contentamo-nos  com o avivar memórias antigas já que os ''pipos'' lá estavam.
Ensaiamos a subida no teleférico que vai da zona ribeirinha até ao Jardim do Morro (ao pé do tabuleiro superior da ponte D. Luis), mas o seu custo algo exagerado fez com que efetuássemos a subida a pé.
 Num murete sobranceiro à Ribeira, retemperamos forças despendidas na subida enquanto o olhar captava mais sensações que o regalavam.
Estarei em crer, que mesmo as gaivotas vem aqui como que a dar ainda um ar mais belo ao local.
Vímara Peres
De novo na margem direita, à saída da ponte, a visita ao largo e à Sé do Porto.
O ''pelourinho'' da Sé do Porto
A Sé do Porto, lá estava no coração do Centro Histórico, com a sua rude mas imponente altivez.
Entrei uma vez mais, mas como em visitas anteriores, não me cativou talvez pela ''escuridão'' sentida e pelas inúmeras reconstruções e consequentes misturas de estilos.
Dali, descemos a estreita e movimentada rua do Loureiro pejada de pequenos comércios, onde a maioria de lojas são de Indianos.
Chegados à Estação de São Bento, de novo de comboio até Braga. Um dia agradável e nada rotineiro.


domingo, dezembro 09, 2012

Planos

Porto
Dia 7.DEZ.12 - 6ª. Feira
P O R T O
O meu cérebro vai sempre ensaiando planos uns após outros ainda que sempre ajustados à triste realidade que nos criaram e nos vai limitando as passadas.
Sonhar ainda vai sendo o alimento nutricional dos meus neurónios.
Vou pensando também, que muitas e muitas vezes, a tendência da generalidade das pessoas, é de nos quedarmos, de nos escondermos no futuro... ou não será?
Deixamos e colocamos todas as nossas hipóteses no futuro, como se não houvesse o hoje.
Para não definhar, em cada hoje, vou fruindo a Vida e vou preparando o amanhã que o futuro logo se verá o que nos espera...
Uma pequena viagem ao Porto que de tempos a tempos me chama.
Desta vez, o convívio com um grupo de amigos de longa data e o deambular por um dos meus locais preferidos de todas as viagens: Gaia... Douro... Ribeira... 
Ver o dia partir antes do regresso a casa.
De tempos a tempos, por estas bandas me delicio.
Desta vez, mesmo num mês não muito propício aos turistas, constatei que o seu número vai aumentando dando uma maior vida a todo o conjunto.
Voltarei certamente.
Funicular dos Guindais
Estação de São Bento
Dia 8.DEZ.12 - sábado
Já não tenho pachorra para ir a festas e festinhas natalícias...
Excepção feita à da minha neta... que com os seus 3 anitos de idade fez questão que o ''Avô Tó'' por lá aparecesse... apenas uma olhada porque o dia soalheiro me chamou de novo para junto do oceano...
a 2ª da direita... a loirinha Inês... palco longínquo... não deu para mais. 

Sempre no mesmo local... mas com vontade de ir procurando outros... 
Dia 9.Dez.12 - domingo
esplanada coberta... no dia de hoje... desnecessária... falta de vento e ''mar chão...
Não será apenas um desejo meu... por certo de todos... voar!
Em busca de novos locais, caminhamos em direção da praia de Aguçadoura... pelo caminho surge sempre algo que nos seduz... este lindo e simpático burro, é bem melhor criatura que muitas que por aí andam...
Mais adiante, a beleza de algumas espécies de flor que bordejam o areal.

Apenas necessitamos de dispensar um olhar atento e as surpresas vão surgindo onde menos se espera.
Evidentemente que nem tudo nos maravilha nestas digressões...
Num país onde o oceano abunda... a frota de embarcações tem morrido ingloriamente nas praias...
Temos imensas portas para o mar... mas de nada ou pouco nos tem servido, por culpa dos políticos que ao longo dos anos permitiram tal estado de coisas...
Muitos dos que viviam da faina da pesca... vão aproveitando o que a terra lhes vai dando para a sua sobrevivência...
Após umas boas centenas de metros, eis-nos chegados à Estalagem de Stº André, contígua à capela com o mesmo nome.
Como em muita da nossa costa, imensas construções de mau gosto construídas no tempo em que tudo valia... 
A visita obrigatória à capela que dizem ser do Séc. XVI, onde ainda estão expostos os ''andores'' lindamente decorados com flores naturais que desfilaram no último dia de novembro, dia do ''santo'' que dá o nome à capela.
A crença popular diz que ''quem não for à capela de St André em vida... lá terá que passar depois de morto''...

Mesmo quem ''não é crente'' fica rendido a todo o trabalho de adorno floral dos ''andores''...
O interior da pequena capela é deveras interessante. 

E lá estava o Santo André
Depois duma digressão pelos arruados da terra, o regresso pelos inúmeras parcelas de terrenos trabalhados e repletos de vegetais diversos.
O regresso ''à base'' sempre com o mar como pano de fundo...