De Autocaravana, tenho vindo a viajar ''cá dentro'' e pela Europa... para lá do Círculo Polar Àrtico - até ao Cabo Norte, onde vivenciei o ''Sol da Meia-Noite''.
Viajei em Autocaravana pelo Norte de Àfrica... (mais de uma vez), muito para lá do Trópico de Cancer... até à Guiné-Bissau.
Fui também por estrada à Àsia - Turquia e Capadócia, sendo que no regresso fiz a Croácia e dei um saltinho a Mostar e Saraevo na Bósnia-Herzegovina.
Sem pretensiosismo literário ou outros, apenas pela PARTILHA, dessas e outras viagens vou dando conta neste espaço.

Países visitados em Autocaravana: - EUROPA: ESPANHA – ANDORRA -FRANÇA-ITÁLIA-MÓNACO- REINO UNIDO - IRLANDA -HUNGRIA-REP.CHECA-SUÉCIA-ESLOVÉNIA - ESLOVÁQUIA- POLÓNIA-AUSTRIA-SUIÇA-ALEMANHA-BÉLGICA-HOLANDA-DINAMARCA-NORUEGA-FINLÂNDIA-ESTÓNIA-LETÓNIA-LITUÂNIA-BULGARIA - BÓSNIA HERZGOVINA- ROMÉNIA -GRÉCIA – CROÁCIA – LIENCHSTEIN – LUXEMBURGO – S.MARINO - VATICANO ÀSIA : -TURQUIA-CAPADÓCIA ÀFRICA: GUINÉ-BISSAU – CASAMANÇA – GÂMBIA – SENEGAL – MAURITÂNIA – SAHARA - MARROCOS

Outras viagens:RÚSSIA (Moscovo e S. Petesburgo) -AMÉRICA do NORTE:CANADÁ (Quebec-Ontário-Montreal-Otawa-Niagara falls) - EUA(Boston-Nova Iorque-Cap Kenedy-Orlando - Miami)AMÉRICA CENTRAL:CUBA (Havana - S. Tiago de Cuba - Trinidad - Cienfuegos - Varadero)- ÀSIA :CHINA (Macau-Hong Kong) - VIETNAM(Hanói-Danang-Ho Chi Min) - África - -Angola - São Tomé e Príncipe (S. Tomé +Ilha Príncipe + Ilhéu das Rolas) - Ilhas - Madeira + Porto Santo + Açores (S.Miguel+Terceira+Pico)

segunda-feira, agosto 29, 2011

Alentejo - O regresso - Parte 3

Dia 6 – 29.AGO.11 – 2a. Feira
REDONDO - Orvalhos - Hortinhas - TERENA - Alandroal - VILA VIÇOSA - BORBA - ESTREMOZ - Cortiço - SOUSEL - Cano - Ervedal - AVIS - Galveias - PONTE DE SÔR - Gavião - BELVER - Mação - ABRANTES
A meio da manhã, decidido visitar o Museu do Vinho do Redondo. Gorada a visita já que a exemplo dos Museus Nacionais, 2ª. Feira é dia de descanso... ficará para nova visita.
Decidi entretanto arriscar um percurso de ida e volta para visitar um monumento nacional de especial relevo. Os meus parceiros preferiram rumar a norte para Vila Viçosa.
Nos entretantos terá surgido uma viatura camarária com duas jovens que indagaram os meus cúmplices de viagem se sabiam da existência da AS para AC no Redondo... que sim, estivemos lá na véspera... simpática esta atitude da autarquia. E lá ''desci'' a Orvalhos e voltei a subir por Hortinhas, terrinhas onde fora eu cristo não havia ainda passado...
Finalmente TERENA, que dada a sua pequenez detém Património de sobra... igrejas, castelo... e a cerca de 1 Km no meio dos campos a igreja acastelada de Nossa Senhora da Boa Nova.
No Largo da Igreja, uma casa alentejana onde à sombra de 3 palmeiras conversavam pessoas de várias idades da mesma família.
Tratava-se dos ''guardadores'' do templo que de imediato se predispuseram a facultar-me a entrada.
Monumento que há muito me cirandava a mioleira pelo seu valor histórico e patrimonial.
''D. Maria pediu o auxílio de seu pai, rei de Portugal, para conter a invasão, pelo imperador de Marrocos, das terras onde reinava o marido, rei de Castela. A aliança fez-se e a boa nova sobre a vitória levou a filha de Afonso IV a mandar fazer o templo.
1340 Edificação por ordem de D. Maria - 1543 Elaboração do retábulo - 1700 construção do atual campanário - 1910 Considerada edifício protegido e de interesse público '' 

Uma converseta de meia hora com os locais que me agrada de sobremaneira.
Prossegui, voltando a passar nos escavados terrenos de Vila Viçosa de onde saem toneladas de mármore e a imensidão de vinhedos de Borba.
Em Estremoz estacionei no enorme largo fronteiro ao Museu onde já estavam os meus ''sócios de viagem''.
O almoço ocorreu numa casinha de pasto adjacente. Traçamos o percurso de modo a passar Sousel, mas... coisas do Alentejo, anunciavam ''desvio'' que volvidos uns kms nos levavam a ''lado nenhum''... fomos parar ao Cortiço, volta desnecessária, Cano e Ervedal com paragem e visita de Avis!
Tempo apropriado para o norte alentejano, quente da época.
Em Ponte de Sôr, fruirmos do arranjo de toda a zona ribeirinha da ribeira de Sôr que aplaudimos.


Daí subimos a Gavião para após e já na ponte sobre o Tejo apreciar BELVER e a deliciosa paisagem do seu Castelo lá no alto e cá no fundo as abundantes águas do Rio Tejo.
A ideia seria prosseguir até Mação onde haviam anunciado AS para AC que visitamos após percorrer uma boa estrada mas sinuosa e cansativa. A terrinha coitada não nos ofereceu nada de registo em troca pelo que apontamos os azimutes para a AS de Abrantes. 
Aí permanecemos junto à ''Aquapolis'' que deu nova vida à margem do Rio Tejo, ou melhor, acrescentaram um imenso areal que torna o local uma praia apetecível de interior.


A AS para AC é funcional e bem situada, mas um pouco isolada para pernoita.
Como havia de revisitarmos a urbe, subimos até ao parque de estacionamento ''do tribunal'' onde a pernoita é calma e citadina e existem mesmo dois locais destinados a AC.
A visita ao simpático centro histórico, xixi... net e... cama...
Percorridos: 735 Km (Dia 230,5)

domingo, agosto 28, 2011

Campo Maior 2011 - Parte 2




Dia 4 – 27.AGO.11 –  Sábado
CAMPO MAIOR
Proibido?
Manhã cedo havia que calcorrear o mais possível algumas das mais de cem ruas e ruelas ‘’empapeladas’’ com floreados de papel de muitas cores.
Nalguns arruados, os locais ainda sem ‘’pregar olho’’, davam os últimos retoques no trabalho executado noite fora.
Percorremos na parte inicial os estreitos arruados que nos levam ao alto do castelo onde o visitamos assim como o ‘’mosteiro de monjas’’. Surgiu entretanto nos ares um helicóptero ‘’Puma’’ da Força Aérea Portuguesa, trazendo ‘’a bordo’’ o atual Presidente da República e parte do seu séquito… dizem que para fugir aos ‘’engarrafamentos’’ que nesta altura bloqueiam de certo modo os acessos a Campo Maior… despropositado pois as viaturas vieram até cá por estrada e a D. Maria Cavako e a restante comitiva, em tempo de crise,  poderiam com uma eficiente programação da GNR cá chegar sem os ‘’gastos’’ supérfluos que nos afligem a todos… há que dar o exemplo… ou há moralidade… ou…
Uma manhã a percorrer a maioria dos coloridos percursos ao som de músicas tradicionais alentejanas.
A ‘’bordo’’ da AC a confeção do apetitoso almoço e no final da tarde, nova incursão até meados da noite com umas bifanas pelo caminho.
O reencontro  com o casal de Camarate/Loures, Maria e M Vitorino que havíamos encontrado sem o prever em Julho passado no ‘’Tour de France’’ nos Pirinéus.
O objetivo estava atingido, ver, apreciar e vivenciar as Festas do Povo de Campo Maior que já não se realizavam há 7 anos. Valeu a pena estar neste concorrido evento.
Dia 5 – 28.AGO.11 – Domingo
CAMPO MAIOR – ELVAS – BORBA – VILA VIÇOSA – REDONDO
A meio da manhã saímos reparando que no ‘’nosso loteamento’’ deixou de haver ‘’portageiros’’ o que prova que a Comissão de Festas não está a aproveitar o potencial de cobrança de receitas… mas enfim… sem o querer até nós não o fomos ‘’taxados’’ depois de tanta polémica à chegada… só fumaça...
Seguimos em direção a Elvas, sem que no nosso caminho algo nos impedisse de rolar, o mesmo não acontecendo em sentido contrário, onde as filas jáa somavam uns km… fruto da lentidão  dos agentes da GNR que ao ver viaturas a deixar passageiros em plena via… nada faziam para as fazer circular e encostar de forma a não fazerem parar o trânsito... enfim... 
Em Borba a paragem para revisita e almoço na Taberna ''A Talha''.
A tarde aqueceu e em Vila Viçosa valeu a paragem junto ao castelo numa frondosa sombra.
Ainda tentamos a visita do Palácio mas... em chegando a nossa vez, nada garantiam pois às 17h encerrariam as visitas.
Breve incursão nas ruelas do miolo do castelo onde visitei a igreja da Conceição onde pelo que li, já lá esteve um dos papas... 
Apontada a finalização da viagem para o Redondo, lá tratamos das questões técnicas de higiene e limpesa da AC e saímos para o parque adjacente à Biblioteca da terra que confina com o Café Concerto do Redondo onde é possível aceder à net graciosamente.


sábado, agosto 27, 2011

Campo Maior 2011 (em Autocaravana) - Parte 1



Dia 1 - 24-AGO.11 – 4ª. Feira
BRAGA – COIMBRA
Travessia da ponte pedonal e ''a outra margem'' - COIMBRA
Já ‘’cansado’’ de variada gente mais ou menos amiga me dizer que ‘’finalmente – por cá?’’, decidi uma vez mais rumar a outras terras e outras gentes… faz-me falta esse sentimento que me invade de me sentir ‘’dependente’’ de viajar, ainda que neste pequeno país onde há sempre algo a descobrir ou redescobrir.
Saí após o almoço, pela A3… é muito frustrante iniciar viagem pela EN de Braga ao Porto pelo que havia de fazer essa parte já conhecida de olhos fechados, pela AE.
Saída na A1 em Grijó onde percorri a EN1. A parte inicial é cansativa já que a circulação automóvel é demasiado densa. Entretanto após S.João de Ver e na zona de S.João da Madeira já o trânsito flui razoavelmente nas vias semi-rápidas.




A 50 km de Coimbra, decidi fazer uma das coisas que me enchem a alma nas viagens – parar - para visitar uma ponte medieval que o comum dos mortais não resiste a olhar de relance na sua rápida passagem à ilharga, mas nunca ou raramente visita.
Intermitentes numa zona segura da estrada e… o percurso pedestre até à bonita área natural do Rio Marnel, imensamente fustigada pelo ruido do imenso tráfego rodoviário que a ladeia.
Patos, pescadores… bonita e agradável espaço em fase de recuperação.
Havia que ir ao encontro dos meus parceiros de outras viagens que disseram estar na margem esquerda do rio Mondego, em Coimbra. 
Pelo caminho ainda quase assisti a uma ‘’carambola auto’’, impressionante como num dia soalheiro as distrações dos automobilistas permitem o embate de 4 viaturas em cadeia… cruzei os dedos e continuei… pois felizmente talvez devido à minha condução defensiva… até ao momento nunca vivenciei tal situação… mas… obviamente tal pode até acontecer sem que nada faça que o provoque… basta um qualquer ‘’louco’’ descontrolar a sua viatura… e… as coisas acontecem.
Há que ser positivo, prudente e com sorte passar ao lado destas situações.
4 de uma vez... 
No final de dia estacionei na AS de Coimbra onde já estavam uma dúzia de AC, algumas Espanholas. O jantar? Pois… a convite dos ‘’meus vizinhos’’ uns pãezinhos da ‘’Bairrada’’ com o respetivo leitão regado com um magnífico ‘’champagne’’ da dita  ‘’Bairrada’’…
Um passeio pedestre ao centro Coimbrão… e o dia a findar-se.
Percorridos:  178 Km
Dia 2 – 25.AGO.11 – 5ª. Feira
COIMBRA – PINHEL – SERTÃ – PORTALEGRE - CAMPO MAIOR
Mais um dia agradável mesmo se o sol ia de tempos a tempos esconder-se por detrás de nuvens passageiras.
Junto à Ponte Romana na Sertã... As nossas AC no centro... 5*
Seguimos a rota aconselhada pelo GPS, havendo previamente decidido parar para ‘’reabastecimento’’ e almoço na simpática SERTÃ ao Km 263 - ( 85 km volvidos desde Coimbra).
Estacionamos num largo arborizado próximo de ponte romana de onde avistávamos restaurante já nosso conhecido e onde o apetite em lá ir foi superior ao desejo de confecionar o dito ‘’a bordo’’…
O Restaurante... a esplanada... o almoço...
Casa cheia, com lista de espera, mas lida a ementa optamos por aderir a um prato já testado em tempos idos: ‘’bucho’’…
Como acabamos por ficar um pouco ‘’entalados’’, fizemos o apetecido passeio pela urbe.
A AS para AC da Sertã
Terminado o mesmo, fomos conhecer a AS para AC que fica ali a uns 300 mts, próximo do supermercado onde havíamos estado (Pingo Doce), entre este e, a GNR e Campo Desportivo – GPS: N 39º 47’ 51.8’’  W 8º 05’ 45.3’’.



De qualquer das formas, para pernoita o mais agradável será estacionar no mesmo local arborizado cerca do restaurante por ser mais agradável e dispor de sanitários públicos em: GPS: N 39º 47’ 59.7’’  W 8º 05’ 58.9’’.
Portalegre - Alto Alentejo

Feito o restante percurso com pequena incursão de 20km na A23 que segue para o Norte interior, passagem em Portalegre para reabastecer carburante, por entre imensos campos de cor de palha sêca, (os cereais já colhidos) e entremeados pelo ocre e verde dos imensos olivais, sobreiros e pinheiros, lá chegamos a Campo Maior onde já estariam AC há cerca de uma semana.
pelo
Já em Campo Maior, ''o nosso bairro''
Estacionamos em novo loteamento junto às piscinas e fizemos a primeira incursão pedestre ao centro da cidade que já se encontrava  encerrada ao trânsito automóvel.



À noite já o ‘’povo’’ iniciava a colocação de mastros de madeira nas ruas objeto de intervenção festiva.
Regressamos ‘’à base’’ já a noite ficava algo ventosa e fresca que não obstante a brusca mudança de temperatura, criava um agradável ambiente.
Percorridos: 430 Km - Dia 252 Km
Dia 3 – 26.AGO.11 – 6ª. Feira
CAMPO MAIOR
A meio da manhã, a digressão citadina onde se notava já uma grande azáfama nos preparativos da estrutura onde noite fora o Povo irá ‘’vestir’’ os arruados de milhares de flores de colorido papel, para gaudio dos inúmeros forasteiros esperados.
Subimos até ao Castelo de onde se avistam os longínquos campos alentejanos.
Os ''paus'' e o Restaurante Faisão...
Todas e Todos trabalham - São as Festas do Povo



A igreja contígua à Capela dos Ossos

A ''sagrada família'' da minha infância...
Chegados à praça central, uma vez mais nos chegou a preguiça e havia de ir ao encontro de conceituado restaurante. O escolhido, ‘’Restaurante Faisão’’ portou-se à altura pela simpatia, agradabilidade e qualidade do menu apresentado.
Já com o organismo refeito, tendo logo ao lado a magnífica igreja contígua à capela dos ossos, lá fizemos a visita ao templo.
No seu interior, e logo à entrada, um ‘’icone’’ que nos transporta a memória para os tempos de infância,  tempos idos em que lá em casa dos meus pais, se ia a casa de um vizinho - uma vez por mês – levar a ‘’sagrada família’’ que nos era entregue na véspera por um outro…
Magnífica ‘’recordação’’, mesmo se hoje já nem os ‘’praticantes’’ mantêm esta prática… outros tempos…
O regresso ‘’a casa’’ para retemperar forças e o regresso de novo à praça central para a ‘’imperial de fim de tarde’’.
Ao chegar, já o nosso bairro estava ‘’fechado’’ com grades do Município Lisboeta’’, imensa GNR e ainda avistamos os membros da Comissão de Festas’’ para ‘’cobrar o dízimo’’ de € 5,00/dia.
Na Praça Central, os preparativos e água em forma de nevoeiro, para refrescar...
A invasão literal deste loteamento ainda não habitado, levou a que tenham decidido alterar o plano de ‘’forçar’’ as AC de ficarem num enorme largo térreo mas vedado onde pensavam cobrar € 25,00 por todo o período festivo, passando esse preço para os € 5,00/dia, valor mais justo e aceitável.
A GNR a cavalo, patrulha o ''nosso bairro'' para gáudio da criançada
Os meus amigos voltaram à noite para assistir ao avançar dos trabalhos de arranjo das ruas, ficando eu a alinhavar estas linhas e a preparar algumas fotos colhidas.
Amanhã teremos invasão de forasteiros e como a Méteo parece favorável, iremos percorrer aquilo que cá nos trouxe: As Festas do Povo.


segunda-feira, agosto 22, 2011

Mini-fuga para o Mar

 Dia 20.AGO.11 - Sábado
BRAGA - ESPOSENDE
Mesmo se os meteorologistas anunciavam ''tempestade'', o calor sentido levou-nos de novo ao litoral. O local escolhido para passar a tarde, foi o Parque ribeirinho de Esposende onde uma placa de Parque é complementada com a inscrição ''exceto a AC''.
Já lá estavam os meus amigos habituais e ali permanecemos por entendermos e sabermos que tal placa não consta do ''Código da Estrada''...
Quando uma autarquia ''proibe'', deveria criar áreas para AC.
A tarde estava de tal modo quente que nem a esplanada contígua às piscinas nos brindava com uma brisa marítima.
O local contudo é aprazível e dele saimos já no final de dia.
Mesmo se à noite vão chegando AC para pernoitar no local ao regressarem das praias, optamos por não aderir a aglomerados de AC, mudando de local. 
Como funcionamos em ''contra-corrente'', decidimos aproveitar a ''retirada'' das centenas de viaturas que regressam a suas casas indo para a rotunda próxima da Foz do Cávado.
Aí ficamos para uma passeata entre rio e mar e finalizamos o dia na tertúlia acompanhada de uma abundante sangria repleta de saborosos frutos.
Dia 21.AGO.11 - Domingo
ESPOSENDE - BRAGA
Na véspera havia convidado os pais da minha neta a vir almoçar à AC. Convite aceite, e o agradável convívio com a minha ''loirinha de olhos azuis'' que desta vez fez questão de posar com uma enorme borboleta... no lindo rosto.
A ''cuca''
No exterior, os meus ''vizinhos'' instalaram a ''Cuca'' numa cadeira que penso em nada transgride nem perturba os passantes.
Local de pernoita. antes da invasão dos veraneantes-auto.
 O local de pernoita, um lote de terreno na ''rotunda'' começou a ficar repleto ao meio-dia, ficando apenas a saída livre.
Um fim de semana agradável em local sossegado e agradável. 
A conclusão de que habitando num país pequeno, onde algumas autarquias teimam em proibir o estacionamento deste tipo de viaturas, haverá sempre locais agradáveis para se parar e pernoitar.